Os leilões de terneiros em Santa Catarina registram alta na média estadual, com diferenças entre regiões e leve vantagem para machos em relação às fêmeas. Os dados são de levantamento parcial, divulgado pelo Grupo de Melhoramento Genético (GMG) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), com base em 47 leilões contabilizados até 22 de abril.
A iniciativa, que reforça a qualidade e o avanço da pecuária catarinense, conta com o apoio da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), parceira estratégica na realização de eventos agropecuários em todo o Estado.
Este é o sétimo resultado parcial de 2026 e contempla cerca de metade dos eventos estimados para o primeiro semestre na comercialização de animais de desmame. Os dados apontam altas nas médias estaduais: cinco centavos para machos e onze centavos para fêmeas.
No cenário estadual, considerando os 47 leilões, o valor médio atingiu R$ 16,08 por quilo de peso vivo para machos e R$ 15,38 para fêmeas. O número consolida resultados de diferentes praças e inclui eventos de regiões ainda não totalmente divulgadas.
O Planalto Serrano, com 14 eventos avaliados, lidera os preços. A média dos machos chegou a R$ 16,70/kg. Entre as fêmeas, o valor médio ficou em R$ 16,06/kg. No Meio Oeste, com 11 eventos, os machos alcançaram R$ 16,47/kg, enquanto as fêmeas registraram R$ 15,41/kg.
O Oeste apresenta preços mais baixos. Em 17 leilões, a média dos machos ficou em R$ 15,30/kg e das fêmeas em R$ 14,70/kg. Já o Norte Catarinense, com quatro leilões contabilizados, registra médias de R$ 16,33/kg para machos e R$ 15,98/kg para fêmeas.
As informações completas também estão disponíveis no programa Conexão Udesc e a Produção Animal e no perfil do Instagram @gmg_udesc. Acompanhe ainda pelo site da Faesc (https://sistemafaesc.com.br).