FAESC
27 de agosto 2026
O mercado catarinense de genética bovina avança na temporada de leilões com touros comercializados por valores médios que chegam a R$ 19,5 mil por animal. O terceiro resultado parcial do acompanhamento realizado pelo Grupo de Melhoramento Genético (GMG) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) reúne dados de eventos promovidos em diferentes regiões e permite comparar o comportamento dos preços entre sete raças até o momento. O levantamento conta com o apoio da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), parceira dos eventos agropecuários.
Entre as raças avaliadas, a Angus registra, até agora, o maior valor médio por touro. Nos quatro leilões acompanhados, a média chegou a R$ 19.536,47, com coeficiente de variação de 23,50%.
Na sequência aparece a Braford, com seis eventos e média de R$ 19.405,95 por animal. A raça apresentou coeficiente de variação de 4,91%.
A Charolês alcançou valor médio de R$ 18.540,26 nos seis eventos considerados, com coeficiente de variação de 10,39%. Já a Brangus, que concentra o maior número de leilões contabilizados (11 até o momento), apresentou média de R$ 18.519,49 por touro e variação de 15,71%.

Confira os dados apresentados no terceiro levantamento parcial dos leilões de touros no Estado. (Foto: Divulgação Faesc/Senar)
A atualização também passou a incluir a raça Nelore, com três leilões contabilizados e preço médio de R$ 17.798 por animal, além de coeficiente de variação de 12,88%.
Com cinco eventos registrados, a raça Hereford apresentou média de R$ 16.514,67 por touro e coeficiente de variação de 8,16%. A Devon registra três leilões, com valor médio de R$ 16.016,67 e variação de 14,25%.
ACOMPANHAMENTO DO MERCADO
O trabalho desenvolvido pelo GMG/Udesc permite acompanhar a evolução dos preços ao longo da temporada e reunir informações sobre a comercialização de genética bovina em Santa Catarina. Os dados oferecem uma referência sobre o comportamento do mercado nas diferentes raças e serão atualizados conforme novos eventos atendam aos critérios estabelecidos pelo levantamento.
As próximas divulgações poderão ser acompanhadas pelo perfil do Grupo de Melhoramento Genético da Udesc no Instagram (@gmg_udesc), pelas rádios parceiras e pelo site do Sistema Faesc/Senar.