SENAR
29 de junho 2026
Mercado de terneiros fecha temporada com médias positivas em Santa Catarina
O 17º levantamento parcial de preços dos leilões de terneiros e terneiras, divulgado nesta semana, marcou o encerramento da temporada de leilões desta categoria em Santa Catarina em 2026. No total estadual, com 85 leilões avaliados, a média dos machos fechou em R$ 16,01 por quilo, enquanto as fêmeas alcançaram R$ 15,47. O acompanhamento permite observar a evolução dos preços ao longo da temporada e serve como referência para a tomada de decisão no campo, tanto para quem vende quanto para quem compra animais.
O estudo foi divulgado pelo Grupo de Melhoramento Genético (GMG) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), com apoio do Sistema Faesc/Senar. A ação integra o programa de extensão Conexão Udesc e a Produção Animal, que acompanha o comportamento do mercado pecuário catarinense e oferece informações estratégicas para produtores, entidades do setor e compradores.
Entre as regiões avaliadas, o Planalto Serrano apresentou as maiores médias. Com 27 leilões analisados, os machos chegaram a R$ 16,53 e as fêmeas a R$ 16,32. O resultado confirma a força da região na comercialização de animais de desmama, especialmente pela tradição pecuária e pela oferta de lotes com qualidade genética.
No Meio Oeste, foram avaliados 21 eventos, com média de R$ 16,31 para os machos e R$ 15,52 para as fêmeas. Já no Oeste catarinense, também com 27 leilões acompanhados, a média dos machos ficou em R$ 15,34 e a das fêmeas em R$ 14,66.

No Norte catarinense, com seis eventos avaliados, a média dos machos foi de R$ 15,84 e a das fêmeas de R$ 15,34. Na Grande Florianópolis, com três leilões contabilizados, os machos registraram média de R$ 15,76, enquanto as fêmeas fecharam em R$ 15,00. No Sul catarinense, com um evento avaliado, a média dos machos foi de R$ 15,84 e a das fêmeas de R$ 15,99.
A análise completa do semestre de leilões de desmama será divulgada em breve, com avaliação mais ampla sobre o desempenho do mercado, os fatores que influenciaram os preços e o comportamento da comercialização nas diferentes regiões catarinenses.
As informações completas do levantamento estão disponíveis no perfil oficial do GMG no Instagram (@gmg_udesc) e também no site do Sistema Faesc/Senar-SC: www.sistemafaesc.com.br.