FAESC
24 de junho 2026
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22 de junho 2026
O 16º levantamento parcial de preços dos leilões de terneiros e terneiras realizados em Santa Catarina no primeiro semestre indica estabilidade nas cotações do mercado pecuário catarinense. Até o momento, o estudo avaliou 84 leilões em diferentes regiões do Estado e, com a realização de poucos eventos nesta reta final da temporada, as médias de preços se mantiveram estáveis.
O estudo foi divulgado pelo Grupo de Melhoramento Genético (GMG) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), com apoio do Sistema Faesc/Senar. A iniciativa integra o programa de extensão Conexão Udesc e a Produção Animal, que acompanha o comportamento do mercado pecuário catarinense e oferece informações estratégicas para produtores, entidades do setor e compradores.
De acordo com o levantamento, o Planalto Serrano concentra 27 leilões avaliados e registra as maiores médias estaduais até o momento. Na região, os terneiros machos alcançaram média de R$ 16,53 por quilo de peso vivo, enquanto as fêmeas ficaram em R$ 16,32.
No Meio Oeste, onde foram contabilizados 21 eventos, a média dos machos foi de R$ 16,31 por quilo de peso vivo, e a das fêmeas chegou a R$ 15,52. Já no Oeste catarinense, com 26 leilões avaliados, os machos registraram média de R$ 15,34, enquanto as fêmeas ficaram em R$ 14,69.
No Norte, com seis leilões, a média dos machos foi de R$ 15,84 por quilo de peso vivo, e a das fêmeas, de R$ 15,34. Na Grande Florianópolis, que contabilizou três eventos, os machos apresentaram média de R$ 15,76, e as fêmeas, de R$ 15,00.
No total estadual, considerando os 84 leilões contabilizados, a média dos terneiros machos ficou em R$ 16,02 por quilo de peso vivo. Para as terneiras, o valor médio foi de R$ 15,48.
O acompanhamento dos preços contribui para dar mais transparência ao mercado e auxilia os produtores rurais na tomada de decisão, especialmente em um período importante para a comercialização de animais jovens. Com a proximidade do encerramento dos eventos do primeiro semestre, a tendência observada pelo levantamento é de manutenção das médias já consolidadas nas principais regiões produtoras de Santa Catarina.
As informações completas do levantamento estão disponíveis no perfil oficial do GMG no Instagram (@gmg_udesc) e também no site do Sistema Faesc/Senar-SC, no endereço www.sistemafaesc.com.br.