FAESC
4 de setembro 2026
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3 de setembro 2026
O Grupo de Melhoramento Genético (GMG) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) divulgou o quarto resultado parcial do acompanhamento dos preços de touros comercializados em leilões. A iniciativa conta com o apoio da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), parceira dos eventos agropecuários catarinenses.
Até o momento, o levantamento apresenta informações de 40 eventos de sete raças, realizados em diferentes regiões. A iniciativa permite comparar o comportamento dos valores ao longo da temporada.
Entre as raças analisadas, a Angus registra o maior valor médio por touro: R$ 19.536,47, considerando quatro leilões. O coeficiente de variação chegou a 23,50%, o maior entre as sete raças avaliadas.
Na sequência aparece a Braford, com média de R$ 19.119,39 em sete leilões. A raça apresentou coeficiente de variação de 6,04%. Com base em seis eventos, a Charolês alcançou média de R$ 18.540,26 por touro e coeficiente de variação de 10,39%. Logo depois está a Brangus, que concentra o maior número de leilões analisados: são 11 eventos, com valor médio de R$ 18.519,49 e coeficiente de variação de 15,71%.
Para a raça Nelore, os quatro leilões incluídos no acompanhamento resultaram em preço médio de R$ 17.903,33 por touro e coeficiente de variação de 11,91%.
A Hereford registra média de R$ 16.514,67, calculada a partir de cinco leilões e coeficiente de variação de 8,16%. Já a Devon, com três eventos analisados, apresenta valor médio de R$ 16.126,67 e variação de 14,25%.
As divulgações podem ser acompanhadas pelo perfil do Grupo de Melhoramento Genético da Udesc no Instagram (@gmg_udesc), pelas rádios parceiras e pelo site do Sistema Faesc/Senar.

Levantamento dos leilões de touros ocorre semanalmente em SC. (Foto: Divulgação Faesc/Senar)