O mercado pecuário catarinense contabilizou, até o dia 27 de maio, 75 leilões em diferentes regiões do Estado, segundo o 12º levantamento parcial de preços dos leilões de terneiros e terneiras em Santa Catarina. O estudo, divulgado pelo Grupo de Melhoramento Genético (GMG) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), conta com o apoio do Sistema Faesc/Senar e integra o programa de extensão Conexão Udesc e a Produção Animal.
De acordo com o levantamento, nesta última semana houve redução nos valores em duas regiões, o que resultou em queda de seis centavos na média estadual dos machos e de quatro centavos nas fêmeas. A média estadual dos preços ficou em R$ 16,04 para os machos e R$ 15,50 para as fêmeas.
Os eventos ocorreram em seis regiões catarinenses e cinco delas apresentaram número mínimo suficiente de leilões para divulgação dos dados. O Planalto Serrano liderou em quantidade de eventos, ao lado do Oeste, com 24 leilões cada. Na região serrana, a média foi de R$ 16,57 para os machos e R$ 16,28 para as fêmeas. Já no Oeste, os preços médios ficaram em R$ 15,32 para os machos e R$ 14,70 para as fêmeas.
No Meio Oeste, foram registrados 18 leilões, com média de R$ 16,36 para os machos e R$ 15,50 para as fêmeas. O Norte Catarinense contabilizou cinco eventos e alcançou média de R$ 16,05 para os machos e R$ 15,71 para as fêmeas. Na Grande Florianópolis, onde foram registrados três leilões, a média foi de R$ 15,76 para os machos e R$ 15,00 para as fêmeas.
Segundo a Faesc e a Udesc, o monitoramento contínuo dos preços contribui para ampliar a transparência do mercado pecuário catarinense, além de auxiliar os produtores na tomada de decisões e no planejamento das atividades.
As informações completas do levantamento estão disponíveis no perfil oficial do GMG no Instagram (@gmg_udesc) e também no site do Sistema Faesc/Senar-SC, no endereço www.sistemafaesc.com.br